O ex-ministro da Fazenda e candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira que observa com tristeza a crise institucional envolvendo o Supremo Tribunal Federal nas investigações sobre o escândalo do Banco Master. Ele defendeu a autonomia da Polícia Federal e a quebra completa de sigilo das apurações.

Declarações de Haddad durante sabatina

Fernando Haddad classificou como muito ruim a participação de pessoas de alta patente no caso do Banco Master. O petista participou de sabatina na rádio TMC de São Paulo e evitou citar nomes específicos.

Defesa da investigação ampla

Haddad insistiu que o escândalo deve ser apurado de forma completa e não de maneira individual. Ele mencionou a existência de um esquema mafioso ligado ao governo anterior e à proximidade de Daniel Vorcaro com ex-ministros de Jair Bolsonaro.

Autonomia da Polícia Federal

O candidato defendeu que a PF trabalhe com total autonomia para investigar qualquer autoridade. Ele questionou a manutenção de sigilo em inquéritos como o financiamento do filme Dark Horse.

FAQ: Fernando Haddad e o caso Banco Master

O que Haddad disse sobre a crise do STF?

Haddad afirmou ver a crise institucional com muita tristeza e considerou muito ruim a participação de pessoas de alta patente no escândalo.

Haddad defende quebra de sigilo?

Sim. Ele pediu a quebra total de sigilo das investigações da PF para que a população possa formar sua opinião.

Qual a posição sobre o governo Bolsonaro?

Haddad mencionou um esquema mafioso de corrupção ligado ao governo anterior e a Daniel Vorcaro, sem comentar diretamente a delação.

Key takeaways

  • Haddad expressou tristeza com a crise institucional do STF no caso Banco Master.
  • Ele pediu autonomia total da PF e quebra de sigilo das investigações.
  • O petista citou proximidade de Vorcaro com a família Bolsonaro e financiamento de campanhas.
  • Haddad defendeu que o caso seja esclarecido de forma ampla, não individual.